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Crise Familiar – De briga à depressão!

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Uma coisa muito comum são as brigas de casais e filhos, que começam por motivos fúteis e terminam em tragédias.

Para um relacionamento funcionar, ambos devem cooperar, assim evitando brigas, que fazem mal não só para o casal, como também para todos a sua volta.

O ciúme é um dos maiores fatores que mais gera brigas entre um casal. Outros motivos – alguns fúteis -, que mais influenciam a briga são:

  • Desentendimentos com outros familiares
  • O marido ou a mulher não cooperam com os afazeres de casa
  • Mulheres que querem trabalhar fora ou homens que não querem trabalhar
  • Dívidas
  • Etc.
Brigas de irmãos também são muito comuns. Seja por causa de "videogames", Namorados (as), Ausência de pai/mãe, desentendimento fútil e acusação, implicâncias com a aparência, entre outros fatores que também contribuem para o desentendimento familiar.

A separação, na maioria das vezes, gera a sensação de abandono nos filhos, alguns se irritam com os pais, chegam a fazer loucuras pela separação dos pais.
Ciúme – Insegurança para/com o parceiro (a):

Definição para ciúme – por Mariagrazia Marini, psicóloga clínica: "É um sentimento de caráter instintivo e natural, marcado pelo medo real ou irreal de se perder o amor da pessoa amada. Ele está relacionado com a falta de confiança no outro e/ou em si próprio e, quando exagerado, pode se tornar patológico e transformar-se em uma obsessão."

Inveja - Abalador de qualquer casamento:

Definição: É um sentimento de aversão, ligado ao ciúme, também chamado de cobiça, é literalmente "Querer o que não tem, o do outro", assim, ele gera ciúme, leva a traição e à briga de casais.

Complexo de Édipo – Gerado por conflitos entre os pais:

Definição de Sigmund Freud: Quando a criança atinge certa maturidade sexual, ela tende a fixar sua atenção libidinosa nas pessoas do sexo oposto na própria família. Ela se caracteriza por sentimentos contraditórios de amor e hostilidade, como amor à mãe e ódio ao pai. A criança relaciona proteção à figura materna, e com ao passar do tempo, ela recebe proibições, passa por conflitos, que desencadeiam esse complexo, como por exemplo o ciúme e a separação.

Ela percebe que ele não é o centro do mundo, e que sua mãe pertence ao seu pai, assim, hostilizando-se a ele. Por esses motivos, leva a criança à identificação de um dos pais, mesmo que, ao odiar, ela também o ama. A menina hostiliza a mãe assim como o menino hostiliza o pai, e, no caso de identificação negativa, o medo de perder a quem hostiliza faz com que a identificação aconteça com a pessoa do sexo oposto, podendo gerar comportamentos homossexuais.

  • Trataremos, mas em outro tópico sobre depressão, estresse e aprofundaremos em casos como o complexo de Édipo, que merecem atenção especial.

Anorexia e Bulimia Nervosas – As Dietas para a Morte

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Ambas, Bulimia e Anorexia Nervosas são disfunções alimentares, que têm maior índice entre jovens, caracterizadas pelo baixo peso corporal.

Elas estão ligadas ao psicológico e ao estresse físico. Normalmente, a pessoa anoréxica também tem bulimia, e um dos motivos que a provocam é a insatisfação com a própria aparência.
Dismorfobia:
A doença chamada "Dismorfofobia", ou "Síndrome da distorção de imagem", é um transtorno psicológico caracterizado pela obsessiva preocupação com algum defeito inexistente na aparência física. Essa fobia de ter um aspecto anormal, horrendo ocorre com mais freqüência na puberdade, na adolescência.
Vigorexia:

Também relacionada à Dismorfofobia, a vigorexia é um transtorno dismórfico muscular, que é quando o volume e a intensidade de exercícios físicos excedem a capacidade da 'vítima' de recuperação. Considerada como TOC – transtorno obsessivo compulsivo – a Vigorexia promove às vítimas a síndrome de Adônis, que é, quando mesmo forte a vítima se sente e se vê fraca.

Causas da Bulimia Nervosa:

Cobrança a si mesmo e pelos pais, por não achar que está magra o suficiente ou mesmo gorda demais. A vítima acaba criando um estereótipo baseado na mídia e na sociedade à sua volta.

Sintoma de Anorexia Nervosa:

Depressão e tendência suicida; prática excessiva de atividades físicas (Vigorexia); Crescimento retardado ou interrupção do mesmo; Descalcificação dos dentes; Bulimia; No sexo feminino, ausência de menstruações; No sexo masculino, diminuição da libido e disfunção erétil.
Tratamento:

Pelo menos 70% dos casos Bulímicos/Anorécticos que procuram tratamento, se curam.
A vítima deve pensar que a Anorexia/Bulimia é o transtorno psicológico que mais causa mortes, entre 15 e 20%.
E não apenas as mulheres podem tê-la, há também casos com homens, tão graves quanto.

O tratamento envolve multiprofissionais, como médicos, psicoterapeutas, nutricionistas, e o acompanhamento com medicamentos, nem sempre precisando de internações. Mas os medicamentos só devem ser tomados por acompanhamento médico, como anti-depressivos e inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS).

Para ajuda nesses casos procure a AFAAB, ou órgãos como esse, na sua cidade ou estado.


AFAAB: Associação dos familiares e amigos dos ANORÉCTICOS e BULÍMICOS: